"Os principais sintomas são: pressão arterial elevada (PA 3 140/90 mmHg), aumento exagerado de peso, dor de cabeça, visão de luzes, dor na parte superior do abdômen e reflexos exaltados..."
 

 

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Pré-eclampsia é a presença de pressão arterial alta em uma mulher grávida, acompanhada de perda de proteínas na urina e retenção de líquidos. Ocorre em 7% das gestações e a partir da 20º semana.

Existem alguns fatores que fazem com que uma mulher grávida tenha mais riscos que outra de desenvolver pré-eclampsia. Por exemplo, quando é a primeira gestação, quando a gestante tem menos de 16 anos ou mais de 30, obesidade, raça negra, ou doenças já existentes antes da gravidez como, hipertensão arterial, diabetes e doenças renais.

Pode ser classificada como:
 
 Pré-eclampsia leve

A pressão arterial fica entre 140/90 mmHg e 159/109 mmHg, e não há sintomas neurológicos.

 Pré-eclampsia severa

A pressão arterial é maior ou igual a 160/110 mmHg, e há sintomas neurológicos.

Quais são os sintomas?

Os principais sintomas são pressão arterial elevada (PA 3 140/90 mmHg), aumento exagerado de peso, dor de cabeça, visão de luzes, dor na parte superior do abdômen e reflexos exaltados.

Como é feito o diagnóstico?

O primeiro sinal de alerta é o aparecimento dos sintomas descritos acima e podem ser confirmados através de alguns exames laboratoriais. São eles:

- Exame de urina

- Acido úrico

- Função renal

- Função hepática

Prevenção

O mais importante é a prevenção, por isso toda mulher grávida deve fazer o
pré-natal desde o início da gestação. É essencial realizar todos os exames que seu médico pedir e estar atenta aos sintomas (dor de cabeça, aumento excessivo de peso, visão de luzes cintilantes e dor abdominal alta).

Se você se possui os fatores de risco, fale com seu médico sobre os medicamentos que são úteis para prevenir esta doença.

Manter uma dieta equilibrada é uma das melhores maneiras de prevenção da pré-eclampsia.

Tratamento

O tratamento depende do grau da doença.

Para os casos mais leves, o tratamento é feito em casa, e geralmente, recomenda-se repouso, dieta balanceada e antihipertensivos.

Nos casos de pré-eclampsia severa, a paciente deve ser hospitalizada e tratada com antihipertensivos e medicamentos que evitem que ela tenha convulsão (eclampsia).

É necessário a realização de estudos de laboratório seriados para avaliar a gravidade da doença e poder tratar a tempo as complicações ou se for possível preveni-las.

E quanto ao feto?

O feto deve ser avaliado através do ecossonograma e de testes de bem-estar fetal.

Se ele estiver “maduro” é necessário interromper a gravidez, seja por parto normal ou cesárea, caso contrário, é preciso ajudar a amadurecer seus pulmões através de remédios e depois realizar a interrupção da gravidez para que o bebê não corra mais riscos.

Lembre-se do mais importante: A prevenção!

 

   










 





















































 

 

 

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