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"É muito fácil tirar um bebê do útero da mãe, mas jamais alguém consegue
fazer com que esse bebê desapareça de seu pensamento..." |
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Assuntos Relacionados >> Comunicação >> Conversando x barriga >> A crise do parto >> Depressão pós-parto >> Gravidez de gêmeos >> Mudanças psicológicas >> Realização da mulher |
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O aborto provocado nunca traz solução para problema algum. Mulheres que cometem o aborto estão ferindo não só o bebê, como elas próprias, provocando remorsos e culpa por um ato cometido como grande alívio para uma situação indesejada no aqui e agora. O aborto é um ato contra a natureza da mulher que dá a luz. Essas mulheres convivem para o resto da vida com sentimentos de culpa, depressão e auto-censura. É muito fácil tirar um bebê do útero da mãe, mas jamais alguém consegue fazer com que esse bebê desapareça de seu pensamento. Geralmente os sintomas mais freqüentes que interferem na vida da mulher que abortou são: dores de cabeça, tonturas e cólicas abdominais. As adolescentes são mais propensas a desenvolverem seqüelas psicológicas após um aborto. Muitas mulheres acusam o companheiro ou o médico por esse ato. Quando culpam o companheiro, aparecem as neuroses sexuais como: sentimentos de ódio, frigidez e depressões. Metade dos casais que abortaram em comum acordo acabam se separando, e ainda acusam os médicos por não tê-los informado sobre os distúrbios psíquicos e do risco para a saúde física da mulher e do casal como um todo. Um menor grupo de mulheres sentem-se mais cômodas e tentam recuperar seu equilíbrio psíquico, enfrentando conscientemente o fato do aborto, conversando francamente com pessoas de sua confiança, (abrem-se com uma amiga, mãe, psicólogo ou um médico), porém nunca o médico que realizou o aborto. Tentam reconhecer sua culpa, não a reprimem nem a projetam sobre outros, e não procuram justificar-se. Mais tarde, arrependem-se do que fizeram sentindo dor e tristeza. ...................................................................................................................................................... Consultora: Denise M. L. Guimarães, psicóloga. |
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