"Entre os filhos de mães alcoólatras, 30% a 40% dos recém nascidos devem apresentar malformações..."
 

 

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A ingestão de álcool durante a gravidez pode acarretar uma série de problemas na formação do feto, tais como, malformações craniofaciais, retardamento no crescimento até a incapacidade de desenvolvimento mental.

O fato de um grande número de mulheres beberem socialmente e a maioria das gestações não serem planejadas, aumenta o risco de doenças para o bebê.

Entre os filhos de mães alcoólatras, 30% a 40% dos recém nascidos devem apresentar malformações.

Ainda não foi definida a quantidade mínima de álcool ingerida capaz de afetar o feto. Portanto é aconselhável à futura mamãe que ingira a menor quantidade de álcool possível durante a gravidez.  

As maiores conseqüências para a criança são:

- Restrição no crescimento.

- Peso e comprimento abaixo do esperado (normal).

- Problemas no Sistema Nervoso Central, apresentando entre outros problemas,  
  disfunção comportamental, hiperatividade, dificuldade de adaptação social e
  anomalias faciais.

A prevenção da SAF (Síndrome Alcoólica Fetal), só é possível através de uma intervenção terapêutica na mãe alcoólatra, programas educacionais nas comunidades, identificação precoce da doença e acompanhamento por profissionais.


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Consultora: Denise M. L. Guimarães, psicóloga.


 
   























 

 

 

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